3 maneiras de identificar oportunidades na bolsa de valores

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Qual o seu estilo preferido de operar na bolsa de valores? Será que ele é o mais apropriado para os seus objetivos? No conteúdo de hoje, irei mostrar as 3 principais formas de analisar e participar do mercado de ações, que são completamente diferentes entre si e atendem a propósitos completamente distintos.

São elas a análise de valor (também conhecida como análise fundamentalista), a análise de preço e momento (também conhecida como análise gráfica), e por fim, a análise quantitativa. Esta última, por sua vez, é a menos conhecida, mas a que considero que fornece os alicerces mais sólidos para alguém que busca consistência e retornos agressivos ao mesmo tempo.

Quer descobrir mais detalhes sobre cada uma, bem como para quem são ou não apropriadas? Assista ao vídeo abaixo!

Análise gráfica X Setups e Quants na Bolsa de Valores

Se engana quem pensa que a análise quantitativa se limita ao desenvolvimento de critérios objetivos, também conhecidos como setups. Este é apenas o primeiro passo para o desenvolvimento do seu “programa de qualidade pessoal”. Mas devemos admitir que entre os setups e a análise gráfica existe uma relação íntima e estreita. Muitos não sabem ao certo a diferença entre eles.

Basicamente, a análise gráfica não deixa de ser um estilo de análise intimamente qualitativo, no qual toda a qualificação de cenário será a base para a seleção de oportunidades. O maior objetivo é capturar a essência da movimentação de preços. Independente do êxito ou falha do sinal, não existe uma relação entre causa e efeito da primeira para a segunda operação, e por aí vai…

Já os métodos quantitativos pouco se preocupam com o êxito ou falha de uma operação pontualmente. O maior objetivo é o de acumular resultados ao fim de uma longa base de operações, a qual acredita-se que irá refletir comportamentos historicamente observados, no que se refere às superações da própria curva de capital e relação risco x retorno. Em outras palavras, quem opera no Mundo Quantitativo está mais preocupado em ganhar ao longo de 100 operações, do que com perder em uma ou 5 operações.

O tape reading é uma escola adicional, voltada aos operadores de movimentações curtas e intradiárias. Apesar de ter ganhado fama nos últimos anos em nosso mercado brasileiro, o método é antigo, e tem seus primeiros históricos no livro “Studies in Tape Reading”, de 1910. Este livro é escrito por Rollo Tape, um pseudônimo do autor Richard D. Wyckoff. Esta escola vem sendo constantemente atualizada e adaptada, a partir das sensíveis mudanças ocorridas com passagem do pregão viva-voz para o pregão eletrônico, e mais ainda com a entrada dos robôs de investimento no ambiente de negociação.

Mas se você quer saber mais, te convido novamente a assistir ao vídeo 🙂

Gostou do conteúdo? Quero te ver nos comentários! E amanhã, às 09h00, eu te vejo de novo, com mais uma sacada inédita que vai fazer a diferença em seus negócios.